A dissertação de doutoramento intitulada “Jornalismo de inovação: os Estudos de Tendências como ferramenta de pesquisa” define um conceito para jornalismo de inovação para o cenário contemporâneo. A partir desse conceito, Ana Marta Flores* propõe um modelo de pesquisa com foco em inovação pela abordagem do campo transdisciplinar dos Estudos de Tendências – o Trends for Journalism (T4J). Após a aplicação do método (ver dados da pesquisa), os resultados obtidos informam três tendências de setor específicas para o jornalismo, além de uma força que compreende a lógica desses movimentos. O conceito de força é intitulado Discomfort Innovation (Inovação pelo Desconforto), e as tendências nomeadas como Transfluency (Transparência e Fluência de notícias), Data Polarity (Dados Polarizados) e Centripetal Demands (Demandas Centrípetas). Flores desenvolveu um dossiê com o compacto do conteúdo da pesquisa e as tendências identificadas com o objetivo de comunicar a tese desses movimentos (ver abaixo ou faça o download do trend report aqui).

À título de exemplificação, Ana Marta Flores relaciona categorias de jornalismo de inovação apresentadas na primeira parte da tese — 1) Conteúdo & Narrativa, 2) Tecnologia & Formato e 2) Modelo de Negócios — com o cenário proposto: do jornalismo tradicional, representado pela Folha de São Paulo e do nativo digital, ilustrado pelo Nexo. Mais informações no hotsite da pesquisa.

 

*Ana Marta M.Flores faz parte do grupo de investigação Social Media Research Techniques (SMART), do iNOVA Media Lab, e recentemente defendeu  a sua tese de doutoramento intitulada “Jornalismo de inovação: os Estudos de Tendências como ferramenta de pesquisa”, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Brasil. O trabalho foi orientado pela professora Raquel Ritter Longhi (UFSC) e co-orientado pelo professor Nelson Pinheiro Gomes (Universidade de Lisboa). 

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